gli angeli custodi nella vita dei santi una porzione di cielo in terra lesperienza del beato giacomo alberione

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Autore: Editrice Shalom

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Os anjos da guarda na vida dos santos: uma porção de céu na terra. A experiência do beato Tiago Alberione

Beato Tiago Alberione

«Todos nós temos um anjo connosco, que nos guarda e nos faz sentir as coisas». Podemos estar «certos de que ele nos levará até ao fim da nossa vida com os seus conselhos». Por isso, é preciso «dar ouvidos à sua voz». O Papa Francisco recorda-nos que os anjos nos acompanham, o que o leva a concluir que «ninguém caminha sozinho e nenhum de nós pode pensar que está só: há sempre este companheiro».

Esta é uma luminosa verdade de fé, que nos ajuda a prosseguir o caminho com esperança, apesar dos tantos dramas que atravessam o mundo; a consciência de não estarmos sós ajuda-nos a tornarmo-nos peregrinos de esperança, como o Papa Francisco nos convida a ser no próximo jubileu, que está prestes a começar.

Os santos e os anjos

Muitos santos tiveram uma relação muito próxima com o seu anjo da guarda; a lista é realmente longa e podemos, por isso, limitar-nos apenas a alguns exemplos: São Filipe Néri, por exemplo, foi socorrido várias vezes pelo seu anjo da guarda: certa vez, viu-se subitamente levantado no ar para evitar ser atropelado por uma carruagem num beco de Roma. Noutra ocasião, o anjo apareceu-lhe sob a forma de um necessitado que pedia esmola: o Santo prontificou-se imediatamente a dar-lhe tudo o pouco que tinha, mas o anjo respondeu-lhe que queria apenas ver do que ele era capaz e depois desapareceu.
Para santa Gemma Galgani, o anjo da guarda era um amigo, um conselheiro e também o seu carteiro pessoal: servia-se dele para enviar as suas cartas, que chegavam sempre ao destino. Escreve, por exemplo: «A carta, assim que termino de a escrever, entrego-a ao anjo. Ele está aqui ao meu lado, à espera».
São Pio de Pietrelcina amava muito os anjos e sentia o seu anjo da guarda como “companheiro de infância”; mesmo em adulto, brincava com ele, chamando-lhe “senhorinho”.

«Pede ajuda ao teu anjo da guarda, que deve tornar-se o teu melhor amigo», dizia Carlo Acutis

Também ele, que será proclamado santo precisamente durante o Jubileu, se junta a esta galeria: dirigia-se frequentemente ao seu anjo da guarda ao longo do dia e tratava-o com familiaridade. Tinha-lhe dado também um nome, Gabriel, e muitas vezes pedia-lhe ajuda para combater aqueles que considerava os seus principais defeitos: a gula e a preguiça.

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O beato Tiago Alberione

Muitos episódios da vida do beato Tiago Alberione, fundador da família Paulina, testemunham a relação muito particular que tinha com o seu anjo da guarda: no Natal de 1919, confidenciou ao jovem sacerdote José Timóteo Giaccardo: «É preciso tomar as medidas humanas e tudo o que a prudência sugere dos telhados para baixo. De resto, estou muito tranquilo; o anjo da guarda é que vigia… Oh, a Providência! Só ontem à noite soube que a minha vida estava em perigo: tinham decidido matar-me durante a semana das eleições; e, no entanto, nós passámos pelas ruas a todas as horas da noite: e Deus protegeu-nos».
Entre 1945 e 1965, viajou muitíssimo por terra e por mar, mas também de avião: no início, durante e no fim de cada viagem, o padre Alberione confiava-se aos anjos da guarda, experimentando sempre uma proteção especial.

Qual é a tua relação com o teu anjo da guarda? Pensas nele alguma vez? Sentes a sua presença junto de ti? Se quiseres, partilha connosco os teus pensamentos e a tua experiência.

Os anjos da guarda na vida dos santos: uma porção de céu na terra. A experiência do beato Tiago Alberione

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