la porta santa

Editrice Shalom

Tempo di lettura: 3 min
Autore: Editrice Shalom

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A Porta Santa

Porta Santa

O papa Francisco pediu a todo o povo de Deus que se preparasse para o jubileu de 2025.
Comecemos, então, pela sua solene abertura. Certamente, muitos de nós têm diante dos olhos as imagens dos anos passados em que o Papa abriu a Porta Santa. Mas o que é a Porta Santa?

Basílica de São Paulo Extramuros

A Porta Santa

É o sinal característico do Jubileu: ao atravessá-la, cada fiel pode obter a indulgência plenária de todos os pecados.
A abertura da Porta Santa de uma basílica e o seu encerramento assinalam o início e o fim do Ano Santo.
A mais famosa é a de São Pedro; seguem-se as das três basílicas maiores de Roma: São João de Latrão, São Paulo Extramuros e Santa Maria Maior.

Basílica de São João de Latrão
Basílica de Santa Maria Maior

As Portas Santas no mundo

Existem, contudo, outras Portas Santas no mundo; entre elas, recordamos a catedral de Santiago de Compostela, a basílica de Santa Maria de Collemaggio, em L’Aquila, a basílica-catedral de Notre-Dame de Québec, a catedral de Atri (Teramo) e a Porta Santa de Nova Deli.
Durante o Jubileu extraordinário de 2015, o papa Francisco autorizou a abertura da Porta Santa também nas igrejas catedrais e permitiu às dioceses instituir Portas Santas.
Fá-lo-á também no jubileu de 2025?
Continue a acompanhar-nos: mantê-lo-emos informado sobre as decisões do Papa, para saber se também haverá Portas Santas nas suas dioceses. 

Catedral de Santiago de Compostela
Basílica-catedral de Notre-Dame de Québec

Porque é que o jubileu começa com a abertura de uma porta?

A porta simboliza um movimento de fora para dentro, de fechado para aberto. Remete para uma passagem, a passagem que cada pessoa é chamada a fazer do pecado para a graça.
É o próprio Jesus que diz: «Eu sou a porta» (Jo 10,7), por isso, atravessar a Porta Santa significa passar através de Jesus e ser acolhido pelo seu abraço de misericórdia.

A Porta Santa já não é emparedada

Antigamente, a Porta Santa era emparedada no final do jubileu. Assim, no dia do início do Jubileu, o Papa tinha na mão um martelinho com o qual batia três vezes na parede da Porta antes de esta ser demolida. A última porta emparedada foi a do Jubileu de 1975. Em 2000, São João Paulo II correu o risco de ser atingido por um pedaço de reboco enquanto os pedreiros procediam à abertura; decidiu, assim, que, a partir desse momento, as Portas Santas seriam simplesmente fechadas no final do jubileu, para depois serem reabertas no Ano Santo seguinte.

Enquanto aguardamos para atravessar a Porta Santa, abramos a porta do coração

A dimensão simbólica da porta, o tempo de que dispomos para nos preparar para o Jubileu, o lema que o Papa Francisco escolheu para o Jubileu Peregrinos de esperança, são instrumentos, ajudas, sugestões e oportunidades para olharmos para dentro de nós e atravessarmos aquelas portas interiores que há muito emparedámos por medo de sofrer.

Olhemos para o Senhor Jesus, que nos diz: «Eu sou a porta», e tenhamos confiança: para lá de cada porta emparedada do coração, na realidade, não estão as trevas e a morte, mas Ele, que nos espera desde sempre para nos abraçar e curar as nossas feridas.


Comece a preparar-se para o Jubileu de 2025 lendo os Cadernos do Concílio,
promovidos pelo Papa Francisco e realizados pelo Dicastério para a Evangelização em colaboração com a Editora Shalom


A Porta Santa

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