la speranza che salva il giubileo 2025 e la lettera di mons bruno forte

Editrice Shalom

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Autore: Editrice Shalom

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A esperança que salva: o Jubileu de 2025 e a carta de Mons. Bruno Forte

Jubileu da esperança

O Papa Francisco dedicou o Jubileu de 2025 a um tema crucial: a esperança. Mas o que significa realmente esperar hoje, num mundo que muitas vezes nos põe à prova? D. Bruno Forte, na sua carta pastoral “A esperança que salva”, oferece-nos uma reflexão profunda e acessível, perfeita para quem, como tu, se encontra no pleno da vida e questiona o futuro. 

Amor e esperança: uma ligação indissolúvel

Muitas vezes, a falta de esperança é sintoma de uma carência de amor autêntico. Mas de onde nasce esta necessidade de esperança? De um desejo inato de amor, uma expectativa que, por vezes, as experiências humanas não conseguem satisfazer, levando-nos à desilusão. Aceitar o desafio da esperança significa abraçar a nossa humanidade, com todas as suas fragilidades e aspirações. Renunciar à esperança, no fundo, é como renunciar a viver plenamente. D. Bruno Forte, citando Bento XVI, afirma que “o presente, mesmo um presente difícil, pode ser vivido e aceite se conduzir para uma meta e se pudermos ter a certeza dessa meta”.

Nem todas as esperanças são iguais

Existem dois tipos de esperança:
• Uma baseada apenas nas nossas próprias forças, na capacidade de mudar o mundo com as nossas mãos. Atenção, porém! A história ensina-nos que este caminho pode conduzir a desvios perigosos, como os totalitarismos e os genocídios. Com efeito, “a esperança confiada apenas ao protagonista humano, assumida pelas visões ideológicas do mundo, desembocou em muitos casos no inferno dos totalitarismos, dos genocídios e das solidões, em que o outro foi reduzido a adversário a eliminar ou a simples “estrangeiro moral” a ignorar”.
• A outra, a cristã, que vê a esperança como um dom de Deus, algo que nos vem do alto. Esta esperança funda-se em Jesus Cristo, na sua primeira vinda e na espera do seu regresso. «A fé no “já” da primeira vinda do Senhor é inseparável da espera do “ainda não”, quando o Filho voltar no último dia e se cumprirem plenamente as promessas de Deus».

Oração

Como alimentar a esperança todos os dias

Monsenhor Forte indica-nos três caminhos concretos para cultivarmos a esperança na nossa vida:

A oração: não uma simples lista de pedidos, mas «o espaço em que - deixando-se amar por Deus - o coração se abre às surpresas da Sua vinda e se torna invocação, desejo, espera».

O serviço: uma forma concreta de sairmos do nosso egoísmo e de nos abrirmos aos outros, amando o próximo e deixando-nos guiar pelo Senhor. É a «forma concreta do êxodo de si sem retorno, que liberta o coração e o educa a amar o outro, deixando-se conduzir pelo Senhor».

O juízo de Deus: não um castigo, mas «o fogo da verdade que nos abre ao Seu futuro e mostra o vazio de toda a escolha ou projeto que siga unicamente as medidas dos nossos egoísmos e dos nossos medos».

Maria, modelo de esperança

A esperança ilumina todos os aspetos da nossa existência, impelindo-nos a fazer o bem, a ser caritativos e a procurar o bem comum. Aprendamos com Maria, modelo de esperança, e confiemo-nos a ela numa oração.

A verdadeira esperança não é uma ilusão, mas um dom que deve ser acolhido e vivido todos os dias. E estas páginas, com a sua profundidade e o seu tom autêntico, falam coração a coração, como faria um pastor que olha o seu povo nos olhos, dirigindo-se a cada pessoa de forma pessoal.
Se ainda não o fizeste, recomendamos-te a leitura de um dos melhores livros de Mons. Bruno Forte.
E tu, como vives a esperança na tua vida de fé?

A esperança que salva: o Jubileu de 2025 e a carta de Mons. Bruno Forte

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